3 de Agosto de 2009 - Segunda-feira
Não definido
Ouros de Cesar Cielo e recorde marcam melhor campanha do Brasil em Mundiais
As duas medalhas de ouro de Cesar Cielo (100m livre e 50m livre) foram o ponto alto da melhor campanha do Brasil no Campeonato Mundial de Esportes Aquáticos, encerrado neste domingo em Roma. O país ganhou também uma prata (Felipe França nos 50m peito) e um bronze (Poliana Okimoto na maratona aquática de 5 quilômetros). E também chegou a 18 finais na natação, bateu um recorde mundial (Cielo nos 100m livre), conquistou outros nove de campeonato e fez 32 novas marcas sul-americanas. Um desempenho que superou as melhores expectativas.
O Brasil terminou em oitavo lugar no quadro de medalhas da natação e em décimo na soma dos cinco esportes.
Revezamento fica em quarto lugar
- Ganhamos mais que medalhas, ganhamos credibilidade. Cada geração colocou um tijolo para construir isso que vemos hoje. Primeiro foi o desafio de fazer semifinalistas, depois finalistas e aí por diante. Temos hoje 60 nomes já mapeados que podem chegar em 2012. É uma geração espetacular. Um dia vamos chegar a um ponto em que não precisaremos mais de índices e poderemos levar os dois melhores tempos de cada prova na seletiva - comemorou o supervisor técnico de natação da Confederação Brasileira de Desportes Aquáticos, Ricardo de Moura.
Na maratona aquática Poliana Okimoto quebrou um jejum de 15 anos do Brasil fora do pódio mundial. A delegação contou ainda com um número inédito de finais no nado sincronizado, cinco em seis provas, e colocações também mais altas. Os saltos ornamentais conseguiram, com César Castro, entrar no grupo dos cinco melhores do mundo. No polo aquático, Camila Pedrosa terminou como vice-artilheira da competição, com 16 gols, empatada com a grega Angeliki Gerolimou e a espanhola Gil Blanca.
- Foi realmente fantástico - disse o presidente da CBDA, Coracy Nunes Filho.
O Brasil terminou em oitavo lugar no quadro de medalhas da natação e em décimo na soma dos cinco esportes.
Revezamento fica em quarto lugar
- Ganhamos mais que medalhas, ganhamos credibilidade. Cada geração colocou um tijolo para construir isso que vemos hoje. Primeiro foi o desafio de fazer semifinalistas, depois finalistas e aí por diante. Temos hoje 60 nomes já mapeados que podem chegar em 2012. É uma geração espetacular. Um dia vamos chegar a um ponto em que não precisaremos mais de índices e poderemos levar os dois melhores tempos de cada prova na seletiva - comemorou o supervisor técnico de natação da Confederação Brasileira de Desportes Aquáticos, Ricardo de Moura.
Na maratona aquática Poliana Okimoto quebrou um jejum de 15 anos do Brasil fora do pódio mundial. A delegação contou ainda com um número inédito de finais no nado sincronizado, cinco em seis provas, e colocações também mais altas. Os saltos ornamentais conseguiram, com César Castro, entrar no grupo dos cinco melhores do mundo. No polo aquático, Camila Pedrosa terminou como vice-artilheira da competição, com 16 gols, empatada com a grega Angeliki Gerolimou e a espanhola Gil Blanca.
- Foi realmente fantástico - disse o presidente da CBDA, Coracy Nunes Filho.
Fonte: O GLOBO
