3 de Fevereiro de 2012 - Sexta-feira
FOLHA ONLINE
Greve da polícia faz comércio fechar as portas em Salvador (BA)
O medo de arrastões em meio à greve dos policiais militares provocou o fechamento de shopping centers, restaurantes e postos de combustível em Salvador. Duas universidades privadas suspenderam as aulas noturnas.
O shopping Iguatemi, o mais movimentado da capital, estava fechado às 20h de ontem --duas horas antes do horário normal.
As lojas do maior centro comercial da Barra, bairro da orla muito visitado por turistas brasileiros e estrangeiros, encerraram o expediente às 17h e mandaram os trabalhadores para casa.
No mesmo horário, dois outros shoppings fecharam as portas no Itaigara, bairro de classes média e alta.
As ruas da região estavam praticamente desertas por volta das 20h30 de ontem, cena incomum no verão, quando restaurantes e bares lotam no horário.
"Fechamos antes porque a gente não tem segurança para a gente voltar para casa", contou o comerciário Francisco Pereira Filho, 28, em um ponto de ônibus.
No bairro vizinho de Cidade Jardim, posto de combustíveis e restaurantes também encerraram as atividades por volta das 20h.
"O normal é ficarmos abertos até meia-noite, mas não há policiais na rua e pode haver arrastão", contou a gerente de uma loja de conveniências do local, pedindo para não ser identificada.
Boatos de grupos percorrendo ruas para roubar também provocaram o fechamento de lojas da rua Sete de Setembro, no centro, ainda no final da tarde de ontem, mas não se confirmaram.
O segundo dia da greve coincidiu com a Festa de Iemanjá, uma das mais populares da cidade. No bairro do Rio Vermelho, onde milhares de fiéis foram depositar oferendas para a divindade do candomblé durante a manhã e à tarde, PMs trabalhavam normalmente, com rondas e pontos de observação.
O shopping Iguatemi, o mais movimentado da capital, estava fechado às 20h de ontem --duas horas antes do horário normal.
As lojas do maior centro comercial da Barra, bairro da orla muito visitado por turistas brasileiros e estrangeiros, encerraram o expediente às 17h e mandaram os trabalhadores para casa.
No mesmo horário, dois outros shoppings fecharam as portas no Itaigara, bairro de classes média e alta.
As ruas da região estavam praticamente desertas por volta das 20h30 de ontem, cena incomum no verão, quando restaurantes e bares lotam no horário.
"Fechamos antes porque a gente não tem segurança para a gente voltar para casa", contou o comerciário Francisco Pereira Filho, 28, em um ponto de ônibus.
No bairro vizinho de Cidade Jardim, posto de combustíveis e restaurantes também encerraram as atividades por volta das 20h.
"O normal é ficarmos abertos até meia-noite, mas não há policiais na rua e pode haver arrastão", contou a gerente de uma loja de conveniências do local, pedindo para não ser identificada.
Boatos de grupos percorrendo ruas para roubar também provocaram o fechamento de lojas da rua Sete de Setembro, no centro, ainda no final da tarde de ontem, mas não se confirmaram.
O segundo dia da greve coincidiu com a Festa de Iemanjá, uma das mais populares da cidade. No bairro do Rio Vermelho, onde milhares de fiéis foram depositar oferendas para a divindade do candomblé durante a manhã e à tarde, PMs trabalhavam normalmente, com rondas e pontos de observação.

